Tornei-me uma cliente fã de um restaurante no pontal Norte cuja alegria dos funcionários e o tempero da cozinha mexicana me cativaram. Na verdade, hoje, para mim não há melhor opção para quem aprecia o tempero e o sabor da culinária mexicana, ainda mais de frente para o mar do que o “Ricco Suave”.
E foi lá, outro dia, saciando minha enorme fome, depois de um dia de aulas exaustivas que percebi o quanto uma sala de aula, um professor e seus alunos tem tudo a ver com aquele ambiente... Aquela comida colorida, atraente, saborosíssima, certamente preparada com o maior cuidado,... Atração imperdível!
Será que as minhas aulas daquele dia foram tão saborosas? Tão apreciadas? Tão elogiadas? Será que eu atendi meu aluno VIP (porque todos são especiais) do mesmo jeito prazeroso e encantador com o qual fui atendida pelo Marcus (um dos proprietários)? Fui tão atenciosa quanto o Félix ou o Edison (garçons apaixonados)?
Corri atrás de um vinho (conteúdo) desejado como fez o Edivaldo (outro proprietário)?
A culinária mexicana é famosa por seus sabores intensos e variados, decoração colorida e variedade de temperos.... Sabores, texturas, uma das mais ricas do mundo. E descobri, que para o mexicano a hora da comida é o melhor momento do dia.
Sugiro amigos professores que aproveitem agora este período de férias prá conhecer este rico “Ricco Suave”, um paraíso gastronômico em um ambiente refinado, mas descontraído não se esquecendo de refletir sobre como podemos nos parecer mais com estes homens maravilhosos que ganharam meu estômago e meu coração.
O restaurante fica na av. Atlântica, 550 e funciona diariamente a partir das 18h. Vc ainda poderá fazer reservas pelo telefone 3360-0503.
Veja fotos em: /www.balnearcamboriu.com.br/mexicano/ricco_fotos.asp
Sou uma educadora por vocação e "estou corretora de imóveis" em Balneário Camboriú.Possuo um Centro de Estudos, onde excelentes parceiros educadores e eu desenvolvemos atividades individuais ou em grupos para potencializar sua capacidade de aprender matemática, física, química, português ou inglês, concursos. Rua Uruguai, 140 -Bairro das Nações. Balneário Camboriú 47-3360-3237 / 9955-8745 www.sandratomio.com.br
quinta-feira, 28 de janeiro de 2010
Sobre Xícaras, Cafés e Pessoas...
Um grupo de ex-alunos, todos muito bem estabelecidos
profissionalmente, se reuniu para visitar um antigo professor da
universidade.
Em pouco tempo, a conversa girava em torno de queixas de estresse no
trabalho e na vida como um todo.
Ao oferecer café aos seus convidados, o professor foi à cozinha e
retornou com um grande bule e uma variedade de xícaras - de porcelana,
plástico, vidro, cristal; algumas simples, outras caras, outras
requintadas; dizendo a todos para se servirem.
Quando todos os estudantes estavam de xícaras em punho, o professor disse:
-Se vocês repararem, pegaram todas as xícaras bonitas e caras, e
deixaram as simples e baratas para trás.
Uma vez que não é nada anormal que vocês queiram o melhor para si,
isto é a fonte dos seus problemas e estresse.
Vocês podem ter certeza de que a xícara em si não adiciona qualidade
nenhuma ao café. Na maioria das vezes, são apenas mais caras e,
algumas vezes, até ocultam o que estamos bebendo.
O que todos vocês realmente queriam era o café, não as xícaras, mas
escolheram, conscientemente, as melhores xícaras... e então ficaram
todos de olho nas xícaras uns dos outros.
Agora pensem nisso:
A Vida e as pessoas que amamos são o café, e os empregos, dinheiro e
posição social são as xícaras.
Elas são apenas ferramentas para sustentar e conter a Vida... e o tipo
de xícara que temos não define, nem altera, a qualidade de Vida que
vivemos.
Às vezes, ao nos concentrarmos apenas na xícara, deixamos de saborear
o café, que é o que realmente importa..!!
Saboreie seu café!!!!!
Viva intensamente a SUA vida...
profissionalmente, se reuniu para visitar um antigo professor da
universidade.
Em pouco tempo, a conversa girava em torno de queixas de estresse no
trabalho e na vida como um todo.
Ao oferecer café aos seus convidados, o professor foi à cozinha e
retornou com um grande bule e uma variedade de xícaras - de porcelana,
plástico, vidro, cristal; algumas simples, outras caras, outras
requintadas; dizendo a todos para se servirem.
Quando todos os estudantes estavam de xícaras em punho, o professor disse:
-Se vocês repararem, pegaram todas as xícaras bonitas e caras, e
deixaram as simples e baratas para trás.
Uma vez que não é nada anormal que vocês queiram o melhor para si,
isto é a fonte dos seus problemas e estresse.
Vocês podem ter certeza de que a xícara em si não adiciona qualidade
nenhuma ao café. Na maioria das vezes, são apenas mais caras e,
algumas vezes, até ocultam o que estamos bebendo.
O que todos vocês realmente queriam era o café, não as xícaras, mas
escolheram, conscientemente, as melhores xícaras... e então ficaram
todos de olho nas xícaras uns dos outros.
Agora pensem nisso:
A Vida e as pessoas que amamos são o café, e os empregos, dinheiro e
posição social são as xícaras.
Elas são apenas ferramentas para sustentar e conter a Vida... e o tipo
de xícara que temos não define, nem altera, a qualidade de Vida que
vivemos.
Às vezes, ao nos concentrarmos apenas na xícara, deixamos de saborear
o café, que é o que realmente importa..!!
Saboreie seu café!!!!!
Viva intensamente a SUA vida...
terça-feira, 26 de janeiro de 2010
ESCOLA DE QUALIDADE = PAÍS RICO
O que faz um país ser rico ou pobre?
Uma primeira resposta se busca na Geografia. Os países ricos são territorialmente extensos ou espacialmente minúsculos? Não. Nem uma coisa e nem outra. Existem países extensos e muito ricos e outros muito pobres, existem países de reduzida extensão territorial que são paupérrimos e outros que nadam em fortunas.
Seria, então, a História?
Também não. Há países, como o Egito e a Índia, que existem há mais de 2000 anos e são muito pobres, e também outros muito antigos e bem ricos. Por outro lado, há países essencialmente ricos que não possuem mais que 150 anos, como existem muitos outros países jovens extremamente pobres. Volta-se, então, à Geografia: seriam, por acaso, as riquezas naturais?
Mais uma vez a resposta é negativa. Existem países, e o Japão é um belo exemplo, que possuem territórios pequenos, montanhosos, péssimos para a agricultura e inviáveis para a pecuária, mas que são muito ricos, como também o é a improvável Suíça que, sem oceano, possui notável frota náutica e sem cacau produz magnífico chocolate. Não são poucos os países com abundantes recursos naturais, marcados pela indigente miséria de um infradesenvolvimento cruel.
Como nem a História, nem a Geografia respondem o que torna rico um país, busca-se amparo antropológico.
Seria, por acaso, a inteligência humana dos que o habitam?
Ainda uma vez é negativa a resposta, pois existem multidões de estudantes de países pobres que emigram para países ricos e surpreendem pelos resultados exuberantes que alcançam. Há também altos executivos de países ricos que se surpreendem com a criatividade e a argúcia de operários de países pobres. Na mesma antropologia busca-se a razão racial e também a resposta não aparece. Existem cientistas brilhantes em todas as etnias, como em todas há pessoas marginalizadas pela indolência e pela ociosidade.
Será, então, que não existe resposta?
A resposta existe sim e é fácil identificá-la. A riqueza de um país se escora nos valores que sua população cultiva e que suas escolas ajudam a construir.
Não constitui coincidência perceber que em todos os países ricos a explícita valorização da moral, a busca da ordem e da limpeza, o apego à pontualidade e integridade pessoal. Existe amor ao trabalho, respeito às leis e aos regulamentos e existe consciência de que qualidade de vida se constrói e moderação nos hábitos se aprende. Se esses valores erguem-se como pilares de sustentação de qualquer país rico, independente de onde esteja sua ausência revela a pobreza, tanto mais indigente quanto mais distante desses ideais a população se colocar.
O Brasil não é pobre por sua História ou por sua Geografia, não o é pela marca de uma antropologia perversa. Somos pobres, entre outras razões, porque nossas escolas particulares ou públicas transmitem currículos eivados de uma porção de inutilidades e se mostram negligentes em investir em uma verdadeira pedagogia dos valores, materializados nas disciplinas curriculares. Precisamos sair da pobreza nos transformando, e se não é nas escolas que aprendemos a nos transformar, onde será que esses procedimentos se pregam e se aprendem?
CELSO ANTUNES (Mestre em Ciências Humanas)
Uma primeira resposta se busca na Geografia. Os países ricos são territorialmente extensos ou espacialmente minúsculos? Não. Nem uma coisa e nem outra. Existem países extensos e muito ricos e outros muito pobres, existem países de reduzida extensão territorial que são paupérrimos e outros que nadam em fortunas.
Seria, então, a História?
Também não. Há países, como o Egito e a Índia, que existem há mais de 2000 anos e são muito pobres, e também outros muito antigos e bem ricos. Por outro lado, há países essencialmente ricos que não possuem mais que 150 anos, como existem muitos outros países jovens extremamente pobres. Volta-se, então, à Geografia: seriam, por acaso, as riquezas naturais?
Mais uma vez a resposta é negativa. Existem países, e o Japão é um belo exemplo, que possuem territórios pequenos, montanhosos, péssimos para a agricultura e inviáveis para a pecuária, mas que são muito ricos, como também o é a improvável Suíça que, sem oceano, possui notável frota náutica e sem cacau produz magnífico chocolate. Não são poucos os países com abundantes recursos naturais, marcados pela indigente miséria de um infradesenvolvimento cruel.
Como nem a História, nem a Geografia respondem o que torna rico um país, busca-se amparo antropológico.
Seria, por acaso, a inteligência humana dos que o habitam?
Ainda uma vez é negativa a resposta, pois existem multidões de estudantes de países pobres que emigram para países ricos e surpreendem pelos resultados exuberantes que alcançam. Há também altos executivos de países ricos que se surpreendem com a criatividade e a argúcia de operários de países pobres. Na mesma antropologia busca-se a razão racial e também a resposta não aparece. Existem cientistas brilhantes em todas as etnias, como em todas há pessoas marginalizadas pela indolência e pela ociosidade.
Será, então, que não existe resposta?
A resposta existe sim e é fácil identificá-la. A riqueza de um país se escora nos valores que sua população cultiva e que suas escolas ajudam a construir.
Não constitui coincidência perceber que em todos os países ricos a explícita valorização da moral, a busca da ordem e da limpeza, o apego à pontualidade e integridade pessoal. Existe amor ao trabalho, respeito às leis e aos regulamentos e existe consciência de que qualidade de vida se constrói e moderação nos hábitos se aprende. Se esses valores erguem-se como pilares de sustentação de qualquer país rico, independente de onde esteja sua ausência revela a pobreza, tanto mais indigente quanto mais distante desses ideais a população se colocar.
O Brasil não é pobre por sua História ou por sua Geografia, não o é pela marca de uma antropologia perversa. Somos pobres, entre outras razões, porque nossas escolas particulares ou públicas transmitem currículos eivados de uma porção de inutilidades e se mostram negligentes em investir em uma verdadeira pedagogia dos valores, materializados nas disciplinas curriculares. Precisamos sair da pobreza nos transformando, e se não é nas escolas que aprendemos a nos transformar, onde será que esses procedimentos se pregam e se aprendem?
CELSO ANTUNES (Mestre em Ciências Humanas)
segunda-feira, 25 de janeiro de 2010
O tiro que nos acerta...Isabel Parolin
Recentemente a minha cidade se comoveu profundamente com uma jovem de 14
anos, que entrou no banheiro da sua escola e com um tiro ceifou sua vida.
Quero destacar a repercussão de casos semelhantes em nossas vidas. O tiro dessa
jovem acertou muito mais que essa jovem, sua família e seus amigos. Acertou seus
professores, seus colegas, a família de seus colegas e toda uma comunidade.
Ele comoveu a minha cidade, como outros episódios semelhantes já comoveram.
Todos nós sentimos um gosto amargo na boca cada vez que um caso semelhante nos
assola e nos enfrenta.
Contudo, é bom lembrar que episódios como esses são final de história cujo início
aconteceu muito tempo antes do último episódio.
Mobilizada em meu papel de educadora me coloco como porta voz de um grupo de
adultos/educadores que lamenta esse fato e tantos outros que acontecem na indiferença e no
silêncio da imprensa e da curiosidade humana.
Por que ela fez isso? Perguntam as crianças. Tinha motivos? Perguntam os jovens. Por
que na escola? Por que não pediu ajuda? Perguntam-se seus professores. O que acontece na
cabeça dessa adolescente, perguntam-se os adultos em geral. Isso pode acontecer com meu
filho? Perguntam-se outros pais. O que faz uma jovem matar-se? Eu poderia ter ajudado?
Todos se questionam.
O caso da jovem já é perdido... Vamos refletir sobre outros jovens que estão aqui,
conosco... Perto de nós. Como podemos ajudá-los?
Dando-lhes orientação, o nosso carinho, a nossa compreensão, os encaminhamentos
necessários, os limites fundamentais e as regras do bem viver. Afinal, educar é
instrumentalizar para bem viver e conviver.
A emoção, a comoção, o lamento não servem para empreender novos caminhos, pois
eles tomam conta dos nossos pensamentos e nos impedem de agir assertivamente.
Necessitamos agir de forma diferente, de forma preventiva.
A nossa preciosa parceria e o valioso exemplo favorecem a construção de uma rede de
apoio, de atenção, de cuidados, de encaminhamentos que possibilitem mais resiliência e
capacidade de retomada diante das agruras que a vida, certamente, apresentará.
Nossos jovens precisam entender que a vida é composta pela diversidade, por
situações e episódios que se constroem e reconstroem a cada dia, a cada gesto, a cada nova
intenção. Nada está perdido em si mesmo e tudo pode ser reconstruído, retomado, refeito,
reavaliado.
A compreensão dos ciclos da vida, que só nós adultos temos construído pelo
conhecimento adquirido, pelo tempo vivido e pelas nossas experiências, é que pode ajudar
nossos jovens diante “do fim do túnel”.
Não podemos nos eximir da tarefa de educar.
O tiro nos acerta porque todos nós sabemos que podemos fazer um pouco mais e
melhor!
anos, que entrou no banheiro da sua escola e com um tiro ceifou sua vida.
Quero destacar a repercussão de casos semelhantes em nossas vidas. O tiro dessa
jovem acertou muito mais que essa jovem, sua família e seus amigos. Acertou seus
professores, seus colegas, a família de seus colegas e toda uma comunidade.
Ele comoveu a minha cidade, como outros episódios semelhantes já comoveram.
Todos nós sentimos um gosto amargo na boca cada vez que um caso semelhante nos
assola e nos enfrenta.
Contudo, é bom lembrar que episódios como esses são final de história cujo início
aconteceu muito tempo antes do último episódio.
Mobilizada em meu papel de educadora me coloco como porta voz de um grupo de
adultos/educadores que lamenta esse fato e tantos outros que acontecem na indiferença e no
silêncio da imprensa e da curiosidade humana.
Por que ela fez isso? Perguntam as crianças. Tinha motivos? Perguntam os jovens. Por
que na escola? Por que não pediu ajuda? Perguntam-se seus professores. O que acontece na
cabeça dessa adolescente, perguntam-se os adultos em geral. Isso pode acontecer com meu
filho? Perguntam-se outros pais. O que faz uma jovem matar-se? Eu poderia ter ajudado?
Todos se questionam.
O caso da jovem já é perdido... Vamos refletir sobre outros jovens que estão aqui,
conosco... Perto de nós. Como podemos ajudá-los?
Dando-lhes orientação, o nosso carinho, a nossa compreensão, os encaminhamentos
necessários, os limites fundamentais e as regras do bem viver. Afinal, educar é
instrumentalizar para bem viver e conviver.
A emoção, a comoção, o lamento não servem para empreender novos caminhos, pois
eles tomam conta dos nossos pensamentos e nos impedem de agir assertivamente.
Necessitamos agir de forma diferente, de forma preventiva.
A nossa preciosa parceria e o valioso exemplo favorecem a construção de uma rede de
apoio, de atenção, de cuidados, de encaminhamentos que possibilitem mais resiliência e
capacidade de retomada diante das agruras que a vida, certamente, apresentará.
Nossos jovens precisam entender que a vida é composta pela diversidade, por
situações e episódios que se constroem e reconstroem a cada dia, a cada gesto, a cada nova
intenção. Nada está perdido em si mesmo e tudo pode ser reconstruído, retomado, refeito,
reavaliado.
A compreensão dos ciclos da vida, que só nós adultos temos construído pelo
conhecimento adquirido, pelo tempo vivido e pelas nossas experiências, é que pode ajudar
nossos jovens diante “do fim do túnel”.
Não podemos nos eximir da tarefa de educar.
O tiro nos acerta porque todos nós sabemos que podemos fazer um pouco mais e
melhor!
FAMÍLIA, PROFESSOR E ESCOLA: UMA GRANDE PARCERIA
A escola é uma grande parceira da família ou a família é a grande parceira da escola. Tanto faz a ordem em que se coloque, pois o mais importante é que ambas cumpram com o seu papel de educador.
Tanto a família quanto a escola tem de viabilizar relações pautadas na afetividade e no adequado desempenho de papéis. Ao viverem ora como aluno, ora como filho, aprendem as normas sociais e éticas e compreendem o seu lugar no mundo. Contudo, se os adultos se eximirem de sua tarefa educativa como ela se construirá “sujeito” e como entenderá seu mundo e o seu funcionamento?
O que uma família tem de fazer nenhuma escola consegue substituir, por melhor que seja; o que a escola tem de fazer, as famílias não conseguem, mesmo sendo educadoras.
A família tem o papel de acolher a criança e promover individuação e pertencimento. No convívio diário, nas conversas, na forma de proceder diante das rotinas do dia-a-dia é que a criança compreende os mitos, as crenças, os ritos de sua família, assim como a forma deles de viver e conviver.
A escola tem o papel de socializar o conhecimento e as relações. Ela precisa promover um espaço educativo propício aos riscos de acertar e errar, de levantar hipótese, de discorrer o pensamento, enfim, um espaço de aprendizagem. Esse contexto é ora individual e ora coletivo, ora é solitário e ora é participativo. Torna-se, portanto, fundamental o grupo, fundamental o grupo, as trocas, as diferenças. Diante desse movimento, é fácil entender que o grupo funcionará regido por normas e por regras de funcionamento, colorido pelo tom e temperatura das relações afetivas.
A escola é uma instituição do domínio coletivo, dos grupos, das trocas e a família é do domínio do mais reservado, do particular e do específico.
Tanto os pais quanto os professores devem ter clareza de que a afetividade, segundo teoria de Wallon, estudioso do psiquismo humano a partir de uma perspectiva genética, é construída a partir da qualidade das relações que a criança estabelece e é determinante para a construção da personalidade. À medida que a criança vai crescendo e se desenvolvendo, vai ampliando sua capacidade relacional e afetiva. A afetividade se manifesta por meio das emoções e dos sentimentos.
O que organiza as relações são os limites, as fronteiras relacionais que estabelecemos com as pessoas. Fronteiras nítidas desenvolverão relações adequadas e respeitosas. As difusas desenvolverão relações misturadas e caóticas. As rígidas desenvolverão relações distanciadas e autoritárias.
Portanto, necessitamos prestar atenção em como estabelecemos nossas relações. Promovemos autonomia? Ou, simplesmente, controlamos nossos alunos e filhos? Fazemos encaminhamentos? Damos-lhe as regras? Ou fazemos tudo para encurtar-lhes o caminho e não nos estressarmos?
Volto a afirmar que se viver fosse um jogo, seria um jogo de regras, no entanto, para se jogá-lo, é preciso acreditar que vale a pena esse compartilhamento.
Só o amor não educa, mas não se educa sem amor!
Tanto a família quanto a escola tem de viabilizar relações pautadas na afetividade e no adequado desempenho de papéis. Ao viverem ora como aluno, ora como filho, aprendem as normas sociais e éticas e compreendem o seu lugar no mundo. Contudo, se os adultos se eximirem de sua tarefa educativa como ela se construirá “sujeito” e como entenderá seu mundo e o seu funcionamento?
O que uma família tem de fazer nenhuma escola consegue substituir, por melhor que seja; o que a escola tem de fazer, as famílias não conseguem, mesmo sendo educadoras.
A família tem o papel de acolher a criança e promover individuação e pertencimento. No convívio diário, nas conversas, na forma de proceder diante das rotinas do dia-a-dia é que a criança compreende os mitos, as crenças, os ritos de sua família, assim como a forma deles de viver e conviver.
A escola tem o papel de socializar o conhecimento e as relações. Ela precisa promover um espaço educativo propício aos riscos de acertar e errar, de levantar hipótese, de discorrer o pensamento, enfim, um espaço de aprendizagem. Esse contexto é ora individual e ora coletivo, ora é solitário e ora é participativo. Torna-se, portanto, fundamental o grupo, fundamental o grupo, as trocas, as diferenças. Diante desse movimento, é fácil entender que o grupo funcionará regido por normas e por regras de funcionamento, colorido pelo tom e temperatura das relações afetivas.
A escola é uma instituição do domínio coletivo, dos grupos, das trocas e a família é do domínio do mais reservado, do particular e do específico.
Tanto os pais quanto os professores devem ter clareza de que a afetividade, segundo teoria de Wallon, estudioso do psiquismo humano a partir de uma perspectiva genética, é construída a partir da qualidade das relações que a criança estabelece e é determinante para a construção da personalidade. À medida que a criança vai crescendo e se desenvolvendo, vai ampliando sua capacidade relacional e afetiva. A afetividade se manifesta por meio das emoções e dos sentimentos.
O que organiza as relações são os limites, as fronteiras relacionais que estabelecemos com as pessoas. Fronteiras nítidas desenvolverão relações adequadas e respeitosas. As difusas desenvolverão relações misturadas e caóticas. As rígidas desenvolverão relações distanciadas e autoritárias.
Portanto, necessitamos prestar atenção em como estabelecemos nossas relações. Promovemos autonomia? Ou, simplesmente, controlamos nossos alunos e filhos? Fazemos encaminhamentos? Damos-lhe as regras? Ou fazemos tudo para encurtar-lhes o caminho e não nos estressarmos?
Volto a afirmar que se viver fosse um jogo, seria um jogo de regras, no entanto, para se jogá-lo, é preciso acreditar que vale a pena esse compartilhamento.
Só o amor não educa, mas não se educa sem amor!
sábado, 23 de janeiro de 2010
É BOM SABER A DIFERENÇA:
Aprender é um processo natural, mas envolve uma complexa atividade mental, em que estão envolvidos outros processos como atenção, percepção, memória, motricidade, emoção, conhecimentos prévios, etc. Dificuldade de aprendizagem pode ser qualquer entrave em um desses processos ou etapas que retarde ou torne mais difícil o aprender.
DIFICULDADES: problemas que acontecem no processo de aprender decorrentes da proposta pedagógica, da capacitação do professor, de problemas familiares ou de déficits cognitivos.
DISTÚRBIOS OU TRANSTORNOS: dificuldades específicas no Aprendizado decorrentes de uma alteração de origem neurológica.
DEFICIÊNCIAS: termo usado para definir a ausência ou a disfunção de uma estrutura psíquica, fisiológica ou anatômica; diz respeito à biologia da pessoa. Amplamente usado para exprimir “falta de “ ou “defasado em”.
Um dos maiores problemas está na identificação das dificuldades. Muitos dos comportamentos dos alunos, bem como seu desempenho, são confundidos com preguiça, falta de interesse, falta de participação da família, entre outros. Uma avaliação precisa, com profissionais especialistas em avaliação diagnóstica psicoeducacional, poderá indicar qual é a dificuldade que afeta a criança e qual a melhor forma de trabalho.
O papel do professor é estar atento a cada um dos seus alunos. Conhecer as fases de desenvolvimento e não achar que situações que fogem à norma se resolvem, simplesmente, com o passar do tempo.
Dependendo da situação, o professor precisará de outros profissionais especializados atuando em rede de apoio para contribuir tanto nas orientações teóricas quanto nas práticas.
DIFICULDADES: problemas que acontecem no processo de aprender decorrentes da proposta pedagógica, da capacitação do professor, de problemas familiares ou de déficits cognitivos.
DISTÚRBIOS OU TRANSTORNOS: dificuldades específicas no Aprendizado decorrentes de uma alteração de origem neurológica.
DEFICIÊNCIAS: termo usado para definir a ausência ou a disfunção de uma estrutura psíquica, fisiológica ou anatômica; diz respeito à biologia da pessoa. Amplamente usado para exprimir “falta de “ ou “defasado em”.
Um dos maiores problemas está na identificação das dificuldades. Muitos dos comportamentos dos alunos, bem como seu desempenho, são confundidos com preguiça, falta de interesse, falta de participação da família, entre outros. Uma avaliação precisa, com profissionais especialistas em avaliação diagnóstica psicoeducacional, poderá indicar qual é a dificuldade que afeta a criança e qual a melhor forma de trabalho.
O papel do professor é estar atento a cada um dos seus alunos. Conhecer as fases de desenvolvimento e não achar que situações que fogem à norma se resolvem, simplesmente, com o passar do tempo.
Dependendo da situação, o professor precisará de outros profissionais especializados atuando em rede de apoio para contribuir tanto nas orientações teóricas quanto nas práticas.
PRÁTICAS PEDAGÓGICAS E TREINAMENTO
Todo professor deveria ser, em primeiro lugar, um especialista em gente. Depois, um educador. Em terceiro lugar, um professor. E, por último, um professor da disciplina “x” ou de alunos da série “y”. Já passou o tempo em que um professor precisava apenas ser um especialista no conteúdo a ser transmitido. Esse tipo de postura mantinha os alunos numa posição que a Psicologia chama de “passiva aceitante”. É a postura dos escravos, da população que serve de “massa de manobra”, dos “pseudo-cidadãos”.
Para interagir com os alunos de forma a potencializar a aprendizagem, a autonomia, a independência de pensamento e uma postura pró-ativa perante a vida, é necessário deixar de ser um transmissor para ser um mediador.
E um mediador precisa saber como a as pessoas “funcionam”, como agem e reagem. Precisa conhecer as razões que levam os alunos a agir ou deixar de agir.
Essas orientações são fundamentais numa compreensão de como os alunos são, quais são seus medos, seus valores, suas motivações e contradições. A grande maioria dos professores é bem intencionada, quer acertar, quer dar o melhor aos seus alunos, mas nem sempre tem sucesso. Falta-lhes uma compreensão maior a respeito do ser humano e da forma como as relações interpessoais são construídas ou vividas.
A formação universitária não dá conta de todas essas nuanças. É preciso investir na formação continuada em serviço. Os professores precisam participar de grupos de estudo, de cursos, palestras, congressos e outros eventos que possam despertar a reflexão. Refletir sobre a prática de sala de aula permite a um professor mudar sua forma de agir.
MARCOS MEIER, professor de matemática, psicóloga, mestre em educação
Para interagir com os alunos de forma a potencializar a aprendizagem, a autonomia, a independência de pensamento e uma postura pró-ativa perante a vida, é necessário deixar de ser um transmissor para ser um mediador.
E um mediador precisa saber como a as pessoas “funcionam”, como agem e reagem. Precisa conhecer as razões que levam os alunos a agir ou deixar de agir.
Essas orientações são fundamentais numa compreensão de como os alunos são, quais são seus medos, seus valores, suas motivações e contradições. A grande maioria dos professores é bem intencionada, quer acertar, quer dar o melhor aos seus alunos, mas nem sempre tem sucesso. Falta-lhes uma compreensão maior a respeito do ser humano e da forma como as relações interpessoais são construídas ou vividas.
A formação universitária não dá conta de todas essas nuanças. É preciso investir na formação continuada em serviço. Os professores precisam participar de grupos de estudo, de cursos, palestras, congressos e outros eventos que possam despertar a reflexão. Refletir sobre a prática de sala de aula permite a um professor mudar sua forma de agir.
MARCOS MEIER, professor de matemática, psicóloga, mestre em educação
CAPACITAÇÃO DOS PROFISSIONAIS NA EDUCAÇÃO INCLUSIVA E O CURRÍCULO INCLUSIVO
Na perspectiva de uma escola inclusiva, os professores não podem duvidar das possibilidades de aprendizagem dos alunos, nem prever quando estes irão aprender. A deficiência de um aluno também não é motivo para que o professor deixe de lhe proporcionar o melhor das práticas de ensino e, também, não justifica um ensino à parte, individualizado, com atividades que discriminam e que se dizem “adaptadas” às possibilidades de entendimento de alguns. O docente deve partir da capacidade de aprender desses e dos demais alunos, levando em consideração a pluralidade das manifestações intelectuais. A aprendizagem, além disso, é imprevisível; por isso, não cabem as rotulações e categorizações para distinguir um educando do outro por sua capacidade intelectual. O professor precisa considerar que cada um é um ser em constante “vir a ser” e que precisa de liberdade para produzir livremente o conhecimento, no nível em que for capaz de assimilar um tema ou assunto de aula.
O primeiro ponto para se entender a aprendizagem é ter clareza de que todo aluno é capaz de aprender. No entanto, cada um o faz dentro de seu próprio tempo e por caminhos diferentes.
Dessa forma, o objetivo do ensino não é perseguir a igualdade de levar todos a chegarem a um nível de desenvolvimento padrão. Por mais que se tenha sido imposta a idéia de que as turmas devem ser homogêneas, o que as move é a heterogeneidade, a multiplicidade e a complexidade. É pela inclusão escolar que podemos criar, dentro de nossas escolas, um ambiente múltiplo e complexo e é com essa realidade que precisamos saber lidar.
A educação é a oportunidade dos sujeitos se emanciparem intelectualmente, quando há espaço para a dúvida e a construção do conhecimento. Dessa forma, garantir o acesso a este não é garantir a igualdade diante de um conhecimento que não desafia que não coloca a dúvida como mola propulsora para se conhecer. Não é o conhecimento que emancipa, mas a forma como lidamos com ele e como o construímos.
A escola pode servir a uma ciência morta que faça com que seus sujeitos sejam classificados em capazes e incapazes, ou a uma ciência que nos ensine sobre as diferenças humanas e nos faça entender os diferentes modos de aprender.
A aprendizagem sugere dúvidas, acertos, erros, avanços, descobertas. Suas fases não são lineares e constituem processos coletivos e ou individuais; daí a importância do grupo e da colaboração entre os alunos da turma. Quando o conhecimento está imerso em uma rede de significações, efetivamente se aprende, seja em grupo, seja individualmente.
O advento da inclusão, então, faz emergir a multiplicidade e a complexidade do mundo e do interior de nossas escolas, que impedem que os alunos continuem a memorizar e a repetir, sem significado, aquilo que o conhecimento universal e hegemônico lhes impõe.
(Rosângela Machado- mestre em educação)
O primeiro ponto para se entender a aprendizagem é ter clareza de que todo aluno é capaz de aprender. No entanto, cada um o faz dentro de seu próprio tempo e por caminhos diferentes.
Dessa forma, o objetivo do ensino não é perseguir a igualdade de levar todos a chegarem a um nível de desenvolvimento padrão. Por mais que se tenha sido imposta a idéia de que as turmas devem ser homogêneas, o que as move é a heterogeneidade, a multiplicidade e a complexidade. É pela inclusão escolar que podemos criar, dentro de nossas escolas, um ambiente múltiplo e complexo e é com essa realidade que precisamos saber lidar.
A educação é a oportunidade dos sujeitos se emanciparem intelectualmente, quando há espaço para a dúvida e a construção do conhecimento. Dessa forma, garantir o acesso a este não é garantir a igualdade diante de um conhecimento que não desafia que não coloca a dúvida como mola propulsora para se conhecer. Não é o conhecimento que emancipa, mas a forma como lidamos com ele e como o construímos.
A escola pode servir a uma ciência morta que faça com que seus sujeitos sejam classificados em capazes e incapazes, ou a uma ciência que nos ensine sobre as diferenças humanas e nos faça entender os diferentes modos de aprender.
A aprendizagem sugere dúvidas, acertos, erros, avanços, descobertas. Suas fases não são lineares e constituem processos coletivos e ou individuais; daí a importância do grupo e da colaboração entre os alunos da turma. Quando o conhecimento está imerso em uma rede de significações, efetivamente se aprende, seja em grupo, seja individualmente.
O advento da inclusão, então, faz emergir a multiplicidade e a complexidade do mundo e do interior de nossas escolas, que impedem que os alunos continuem a memorizar e a repetir, sem significado, aquilo que o conhecimento universal e hegemônico lhes impõe.
(Rosângela Machado- mestre em educação)
quarta-feira, 13 de janeiro de 2010
LIÇÃO DE CASA PARA OS PAIS
A volta às aulas traz a tona uma das questões mais incômodas para pais de estudantes em todos os níveis de ensino: como ajudar a despertar nos filhos a curiosidade intelectual e fazê-los cultivar o apreço pelo estudo? Para tarefa tão complexa, não existe uma fórmula mágica que, aplicada à risca pela família, resultará num aluno exemplar. A excelência, afinal, é produto de muitas variáveis, tais como o talento individual e os estímulos providos pela própria escola – e não apenas de um ambiente favorável ao aprendizado em casa. O que já se sabe, no entanto, é que a participação dos pais é fundamental, se não decisiva, para um bom rendimento escolar. “Nem um outro fator tem tanto impacto para o progresso de um aluno quanto a interferência adequada da família. E isso se faz sentir, positivamente, por toda a vida adulta”, diz o economista Naércio Menezes, coordenador do Centro de Políticas Públicas do Instituto de Ensino e Pesquisa (Insper) e autor de um recente trabalho sobre o assunto no Brasil. O conjunto de medidas que surtem resultado, uma vez adotadas com persistência em casa, chama atenção pela simplicidade. Apenas incentivar o filho a fazer a lição de casa e a ir à escola todos os dias, providenciar um lugar tranquilo onde ele possa estudar e comparecer às reuniões de pais tem o efeito de elevar as notas em torno de 15%, segundo a pesquisa do Insper.
As boas práticas que se originam desse e de outros estudos não fogem muito do que sugere o senso comum. Tome–se o exemplo da lição de casa. Muitos pais se angustiam porque não têm a menor idéia de como responder as dúvidas de matemática ou física. Mesmo quando dominam um assunto, ficam na dúvida: até que ponto prestar ajuda quando são requisitados? Na verdade, tudo o que é necessário é incentivar uma leitura mais atenta do enunciado, indicar fontes de pesquisa ou estimular uma nova reflexão sobre o problema. Jamais dar a resposta certa, procedimento cuja repetição está associada à queda no rendimento do aluno. “Participação exagerada só atrapalha. A independência nos alunos deve ser cultivada, e não tolhida”, diz Maria Inês Fini, doutora em educação. Os especialistas concordam que não cabe aos pais agir como professores em casa – confusão comum, e sem nenhum reflexo positivo. O que sempre ajuda, aí sim, é demonstrar, desde cedo e de forma bem concreta, quanto se valoriza a educação, essa talvez a maior contribuição da família. Daí a relevância de montar uma biblioteca em casa ou de manter o hábito de conversar com os filhos sobre o que se passa na escola. De acordo com uma recente compilação de 29 estudos sobre o tema, esse tipo de ambiente se traduz numa série de indicadores positivos, como mais vontade de ir à aula, um comportamento melhor na escola e expectativas mais elevadas sobre o futuro.
Curiosidade: Cada ano a mais de estudo significa um salário 15% maior na idade adulta. (Fonte: Centro de Políticas Sociais da FGV)
Por Monica Weinberg e Marana Borges.(Revista Veja)
As boas práticas que se originam desse e de outros estudos não fogem muito do que sugere o senso comum. Tome–se o exemplo da lição de casa. Muitos pais se angustiam porque não têm a menor idéia de como responder as dúvidas de matemática ou física. Mesmo quando dominam um assunto, ficam na dúvida: até que ponto prestar ajuda quando são requisitados? Na verdade, tudo o que é necessário é incentivar uma leitura mais atenta do enunciado, indicar fontes de pesquisa ou estimular uma nova reflexão sobre o problema. Jamais dar a resposta certa, procedimento cuja repetição está associada à queda no rendimento do aluno. “Participação exagerada só atrapalha. A independência nos alunos deve ser cultivada, e não tolhida”, diz Maria Inês Fini, doutora em educação. Os especialistas concordam que não cabe aos pais agir como professores em casa – confusão comum, e sem nenhum reflexo positivo. O que sempre ajuda, aí sim, é demonstrar, desde cedo e de forma bem concreta, quanto se valoriza a educação, essa talvez a maior contribuição da família. Daí a relevância de montar uma biblioteca em casa ou de manter o hábito de conversar com os filhos sobre o que se passa na escola. De acordo com uma recente compilação de 29 estudos sobre o tema, esse tipo de ambiente se traduz numa série de indicadores positivos, como mais vontade de ir à aula, um comportamento melhor na escola e expectativas mais elevadas sobre o futuro.
Curiosidade: Cada ano a mais de estudo significa um salário 15% maior na idade adulta. (Fonte: Centro de Políticas Sociais da FGV)
Por Monica Weinberg e Marana Borges.(Revista Veja)
terça-feira, 5 de janeiro de 2010
JANEIRO2010
Ofereceremos no período de férias os programas abaixo relacionados, além, é claro dos cursos habituais (www.sandratomio.com.br):
- OFICINA DO RACIOCÍNIO
Objetivos: revisar conteúdos pouco assimilados, mas fundamentais para a série a ser cursada em 2010; aquisição de pre-requisitos nas disciplinas matemática, português, física, química; iniciar o ano letivo com outras perspectivas e motivações.
Público alvo: alunos de ensino fundamental e médio com dificuldades de aprendizagem e/ou defasagem de conteúdos.
Este trabalho poderá ser realizado em pequenos grupos (até 4 alunos) ou individualmente, dependendo do grau de dificuldade do aluno.
-OFICINA DA COMUNICAÇÃO
Objetivos: estimular a linguagem e desenvolver habilidades fonológicas; incentivar a leitura.
Público alvo: crianças cursando até o quinto ano. Grupos com no máximo 4 alunos, mesma faixa etária.
- REDAÇÃO CRIATIVA
Arquitetura e alicerces: definindo as bases da Redação Criativa. A percepção e resolução de bloqueios. Recuperação da autoestima e do autoconceito positivo. Uma questão de ritmo: música e poesia para soltar o texto. Mapa mental. Repertório. Técnicas que ampliam a percepção do real. Elementos coesivos: um sistema de sinalização textual. Aspectos determinantes da coerência: semânticos, sintáticos e estilísticos. Da construção ao acabamento: a essência do texto e do escritor.
Professor(es):
Pablo Pereira
Alencar Schueroff
(www.cursopersona.com.br)
Neste ano iniciaremos os encontros com nossa fonoaudióloga e com a psicóloga, que nos presta assessoria, para professores e coordenadores interessados em aprimorar e ampliar suas práticas na perspectiva da educação inclusiva. 3360-3237 / 9955-8745
- OFICINA DO RACIOCÍNIO
Objetivos: revisar conteúdos pouco assimilados, mas fundamentais para a série a ser cursada em 2010; aquisição de pre-requisitos nas disciplinas matemática, português, física, química; iniciar o ano letivo com outras perspectivas e motivações.
Público alvo: alunos de ensino fundamental e médio com dificuldades de aprendizagem e/ou defasagem de conteúdos.
Este trabalho poderá ser realizado em pequenos grupos (até 4 alunos) ou individualmente, dependendo do grau de dificuldade do aluno.
-OFICINA DA COMUNICAÇÃO
Objetivos: estimular a linguagem e desenvolver habilidades fonológicas; incentivar a leitura.
Público alvo: crianças cursando até o quinto ano. Grupos com no máximo 4 alunos, mesma faixa etária.
- REDAÇÃO CRIATIVA
Arquitetura e alicerces: definindo as bases da Redação Criativa. A percepção e resolução de bloqueios. Recuperação da autoestima e do autoconceito positivo. Uma questão de ritmo: música e poesia para soltar o texto. Mapa mental. Repertório. Técnicas que ampliam a percepção do real. Elementos coesivos: um sistema de sinalização textual. Aspectos determinantes da coerência: semânticos, sintáticos e estilísticos. Da construção ao acabamento: a essência do texto e do escritor.
Professor(es):
Pablo Pereira
Alencar Schueroff
(www.cursopersona.com.br)
Neste ano iniciaremos os encontros com nossa fonoaudióloga e com a psicóloga, que nos presta assessoria, para professores e coordenadores interessados em aprimorar e ampliar suas práticas na perspectiva da educação inclusiva. 3360-3237 / 9955-8745
OBJETIVOS ATITUDINAIS DO CEST
Os alunos deverão:
1- Participar das atividades com interesse e cooperação;
2- Verbalizar suas idéias;
3- Analisar vantagens e desvantagens de diferentes procedimentos de resolução;
4- Saber lidar com erros;
5- Registrar cálculos de forma organizada;
6- Comportar-se adequadamente no grupo (aulas em conjunto)
7- Ser persistente na procura de respostas;
8- Ter interesse por novas informações;
9- Obedecer às regras pré estabelecidas;
10- Concentrar-se durante as atividades;
11- Ouvir com atenção colegas e professor (aulas em grupo);
12- Analisar os “dois lados da moeda”, evitando-se uma conclusão precipitada, radical e até mesmo preconceituosa.
1- Participar das atividades com interesse e cooperação;
2- Verbalizar suas idéias;
3- Analisar vantagens e desvantagens de diferentes procedimentos de resolução;
4- Saber lidar com erros;
5- Registrar cálculos de forma organizada;
6- Comportar-se adequadamente no grupo (aulas em conjunto)
7- Ser persistente na procura de respostas;
8- Ter interesse por novas informações;
9- Obedecer às regras pré estabelecidas;
10- Concentrar-se durante as atividades;
11- Ouvir com atenção colegas e professor (aulas em grupo);
12- Analisar os “dois lados da moeda”, evitando-se uma conclusão precipitada, radical e até mesmo preconceituosa.
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