A atuação do fonoaudiólogo que trabalha em escolas é diferente da do profissional que atua em clínicas e hospitais. Na escola, o fonoaudiólogo atua de forma preventiva e educacional, enquanto que em clínicas e em hospitais essa atuação é terapêutica e preventiva.
O fonoaudiólogo não atua com alunos. O profissional também trabalha com os professores no aprimoramento da oratória. “O foco principal é a educação. O fonoaudiólogo vai atuar orientando professores a melhorar suas condições de aula e auxiliando os alunos a entender e se expressar melhor”, afirma o fonoaudiólogo e conselheiro do CFFa Jaime Luiz Zorzi.
Zorzi ainda afirma que sempre houve necessidade de fonoaudiólogos nas escolas e que a atuação dele necessariamente deve ser em grupo. “Ajudar alunos com deficiências, com deficientes auditivos, sempre foi competência do fonoaudiólogo. Devemos trabalhar sempre em grupo, fazendo uma conexão aluno-professor-fonoaudiólogo”, afirma.
Fonoaudiólogos Escolares...
Com alunos
1. Otimizar o desenvolvimento da linguagem oral, leitura e escrita.
2. Promover estratégias de prevenção, preservação e controle de abusos e riscos para a voz e a audição.
3. Estimular a eliminação de hábitos inadequados relacionados às alterações fonoaudiológicas.
4. Detectar precocemente alterações fonoaudiológicas relacionadas à audição, voz, motricidade orofacial e linguagem oral e escrita.
5. Encaminhar para profissionais, quando necessário, e acompanhar os tratamentos externos à escola.
Com professores
1. Orientar quanto aos cuidados com a voz.
2. Ensinar estratégias vocais para conservação e maximização da voz, durante o uso profissional.
3. Promover informações quanto às alterações fonoaudiológicas, como desenvolvimento normal da linguagem oral, leitura e escrita, e como estes podem ser otimizados em sala de aula.
4. Capacitar o profissional para detecção de possíveis alterações fonoaudiológicas que seus alunos venham a apresentar.
5. Encaminhar o professor que apresentar alterações vocais para atendimento fonoaudiólogico.
Com pais
1. Orientar sobre o desenvolvimento normal da criança e as alterações fonoaudiológicas comuns na infância.
2. Orientar sobre a importância do estímulo familiar para otimização do desenvolvimento da criança.
3. Detectar o possível problema do filho e apresentar explicação quanto a enca
Sou uma educadora por vocação e "estou corretora de imóveis" em Balneário Camboriú.Possuo um Centro de Estudos, onde excelentes parceiros educadores e eu desenvolvemos atividades individuais ou em grupos para potencializar sua capacidade de aprender matemática, física, química, português ou inglês, concursos. Rua Uruguai, 140 -Bairro das Nações. Balneário Camboriú 47-3360-3237 / 9955-8745 www.sandratomio.com.br
quinta-feira, 15 de julho de 2010
A ARTE DE SER SOGRA
Não há receita para o modelo de sogra, mas acredito que existe uma espécie de arte em saber ser sogra, arte que só o amor expressa e dá forma. Não há mistério nem regras pré-estabelecidas, além da verdadeira vontade de acertar.
Considero o ser sogra uma das modalidades da difícil arte de viver, como ser mãe, esposa ou filha.
Para ser uma boa sogra é necessário, antes de mais nada, desejar sê-lo e pautar sua conduta de acordo com esse desejo, que deve ser, acima de tudo, sincero, para ser eficiente. Não deve nunca se imiscuir na vida do casal; abster-se sistematicamente de qualquer interferência na educação dos netos; manter sempre um clima de camaradagem com as noras, possuam elas o temperamento que possuírem, sendo compreensiva e tolerante bastante e procurando buscar em cada uma os pontos de afinidade para que formem elos de simpatia mútua; ajudá-las com espontaneidade, sem impor-lhes seus préstimos e sobretudo procurar amá-las como se fossem suas filhas.
Ser sogra é ser suplente de mãe e, portanto, a parte mais amena de seu papel é ser amiga das noras, considerando encantadoras essas criaturinhas jovens que seus filhos escolheram e que os fazem felizes e que lhes dão netos que coroarão a sua existência de irradiante felicidade e serão a continuidade de sua vida, único meio real e positivo de sobrevivência depois de uma certa idade.
Uma boa sogra, pois, jamais concorrerá para desinteligências nem desarmonia dos casais, devendo trazer sempre presente em seu pensamento que existe um laço comum muito importante unindo-a a sua nora: a felicidade do filho em particular e de toda a família, em geral!
(Do livro Crônicas oportunas)
Considero o ser sogra uma das modalidades da difícil arte de viver, como ser mãe, esposa ou filha.
Para ser uma boa sogra é necessário, antes de mais nada, desejar sê-lo e pautar sua conduta de acordo com esse desejo, que deve ser, acima de tudo, sincero, para ser eficiente. Não deve nunca se imiscuir na vida do casal; abster-se sistematicamente de qualquer interferência na educação dos netos; manter sempre um clima de camaradagem com as noras, possuam elas o temperamento que possuírem, sendo compreensiva e tolerante bastante e procurando buscar em cada uma os pontos de afinidade para que formem elos de simpatia mútua; ajudá-las com espontaneidade, sem impor-lhes seus préstimos e sobretudo procurar amá-las como se fossem suas filhas.
Ser sogra é ser suplente de mãe e, portanto, a parte mais amena de seu papel é ser amiga das noras, considerando encantadoras essas criaturinhas jovens que seus filhos escolheram e que os fazem felizes e que lhes dão netos que coroarão a sua existência de irradiante felicidade e serão a continuidade de sua vida, único meio real e positivo de sobrevivência depois de uma certa idade.
Uma boa sogra, pois, jamais concorrerá para desinteligências nem desarmonia dos casais, devendo trazer sempre presente em seu pensamento que existe um laço comum muito importante unindo-a a sua nora: a felicidade do filho em particular e de toda a família, em geral!
(Do livro Crônicas oportunas)
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